terça-feira, 29 de junho de 2010

Teu Ser




Teu ser, luz tênue, tem um ”que” de pueril.
Singelo qual ave passeando o céu anil.
Qual brisa afagando, da Mãe-Terra, a face.
E noite brindando com o luar em um enlace.

Tu inspiras a pena do poeta a dançar
Teu sorriso, de tão belo,
Faz minha’alma alcançar,
paisagens fabulosas,
instigantes rincões,
onde nascem estrofes,
mar de inspirações.
Pois cantar é ir além!
É bruma que vai ao léu.
Flutuar e ficar mais perto do céu.
Viver a torrente de sentimentos
e beber de grande arrebatamento.

Anderson Lobo
(aprendiz de domador de palavras)



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